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Com o amadurecimento da nossa economia e o desenvolvimento das nossas estruturas sociais, novos desafios são impostos ao Estado Brasileiro. De imediato, as instituições públicas precisam se adequar a essas novas demandas com vistas a permitir o pleno crescimento do país.
Conforme o Plano de Governo do Presidente Lula1, amplas transformações serão necessárias para que seja possível reduzir o déficit institucional e ampliar a governança, alcançando-se mais eficiência, transparência, participação e um alto nível ético.
O cenário brasileiro exige esforços de otimização e o quadro global competitivo requer um Estado eficiente e apto a garantir o pleno funcionamento da nossa sociedade.
Apesar da expansão da máquina pública brasileira por meio de concursos que, sob a perspectiva técnica, têm contribuído para a contratação e manutenção de profissionais mais qualificados, ainda vivemos à sombra de modelos de gestão pública de países como Finlândia, Suécia e Nova Zelândia. Nações que, além de se destacarem em diversos indicadores socioeducacionais, ocupam posições singulares em quesitos como transparência na gestão pública, conforme estudos divulgados pela ONG Transparência Internacional.
É fundamental a qualificação dos nossos servidores visando ao atendimento às normas dos órgãos reguladores e à legislação vigente. Este é um caminho a ser percorrido em benefício não somente de uma gestão que envolva positivamente toda a comunidade, mas de uma gestão que seja reconhecida internacionalmente como modelo, favorecendo a escolha de nosso país
para sediar novos empreendimentos e para receber investimentos.
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